Quanto maior o patrimônio, mais complexa tende a ser a tomada de decisão
Construir patrimônio é uma etapa.
Administrá-lo adequadamente ao longo do tempo é outra.
Quando o patrimônio cresce, também aumentam as decisões que precisam ser tomadas.
Não estamos mais falando apenas sobre escolher entre um CDB e um fundo.
Entram em discussão questões como:
- diversificação internacional;
- exposição cambial;
- planejamento sucessório;
- proteção patrimonial;
- seguros;
- crédito;
- imóveis;
- participações societárias;
- planejamento tributário;
- liquidez;
- geração de renda;
- preservação e crescimento do patrimônio.
É nesse contexto que surge o Family Office
O conceito de Multi Family Office (MFO) consiste em oferecer uma estrutura especializada para apoiar diferentes famílias na gestão e organização de seus patrimônios.
Em vez de o cliente precisar coordenar sozinho diferentes profissionais e decisões, existe uma estrutura que busca integrar essas necessidades.
Não se trata apenas de investimentos
Esse é um dos principais pontos.
Um patrimônio bem estruturado precisa considerar diferentes dimensões.
Por exemplo:
Investimentos: como alocar os recursos?
Proteção: como proteger o patrimônio e a família?
Sucessão: como organizar a transferência dos bens?
Liquidez: quanto precisa estar disponível?
Câmbio: existe necessidade de diversificação internacional?
Crédito: existe uma forma mais eficiente de estruturar determinadas necessidades?
Patrimônio empresarial: como as empresas participam da estratégia patrimonial?
A visão de Family Office procura justamente conectar essas diferentes decisões.
O objetivo é simplificar a complexidade
Para muitas famílias, o maior problema não é falta de informação.
É excesso de informação.
Existem bancos, corretoras, gestores, seguradoras, contadores, advogados e outros profissionais envolvidos.
O desafio passa a ser integrar essas informações e tomar decisões coerentes entre si.
É essa coordenação que pode agregar valor.